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MHNJB: Exposição Arqueologia e Presépio do Pipiripau

Quanto ao Museu de Arqueologia


    São indissociáveis a visita ao museu de arqueologia e a discussão feita momentos antes a respeito dos objetos e dos não-objetos, já que esse último episódio me fez refletir bastante sobre o que os objetos são para nós. Assim, pensando que, enquanto sujeitos, influenciamos e somos influenciados pelos objetos, imagino o valor cultural presente em cada um daqueles artefatos históricos. Ao conhecer aqueles resquícios de uma civilização passada, entramos em diálogo com a memória cultural dos povos que os usaram. E, se essa possibilidade de contato com antepassados  é sensibilizante, também podemos dizer que é assustador pensar na objetificação do cotidiano e da intimidade dessas pessoas (o que inclui restos humanos). Surge então um sentimento de inquietação a respeito do tempo, da memória e da cultura.


Quanto ao Presépio do Pipiripau


É divertido ver toda aquela maquinaria e riqueza de detalhes. O presépio é um espetáculo  que nos encanta pela visível dedicação empregada para criar beleza, história, sintonia e imersão. Além disso, ele se torna ainda mais especial por ser uma obra de vida de seu autor, de modo a apresentar não só  conteúdo religioso, mas também a narrativa de uma vida e da cidade de Belo Horizonte.

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Grupos e espaços escolhidos na Escola para intervenção

 A conformação final de nosso grupo foi: eu (Henrique Sales), Hélio, Henrique Almeida, Isabelle Devilla, Marco, Milena e Samuel. Escolhemos primeiramente 3 possíveis áreas para intervenção:  O corredor em frente a sala 301   A área exterior ao DA (não o pátio interno)   E o espaço residual próximo ao hall dos elevadores        Por fim, optamos pelo corredor do terceiro andar. Como nossas aulas de História da Arquitetura acontecem na sala 301, naturalmente esse espaço nos chamou atenção para uma intervenção: achamos o ambiente hostil à permanência, ao mesmo tempo em que a entendemos minimamente necessária. Sabíamos que enfrentaríamos alguns possíveis desafios, como o tombamento daquela área do prédio, a falta de espaço e o caráter de trânsito (é um corredor).

Caderno técnico individual

Aqui fotos e um vídeo do meu caderno técnico: Ele foi inspirado nos brises da nossa intervenção, com peças que carregam textos independentes entre si.

Vídeo da performance no espaço escolhido

 Aqui está o vídeo da nossa performance no corredor da sala 301:  (link)