Em nossa proposta de não-objeto paramétrico, visamos a projetar poliedros articulados de modo que o usuário pudesse mover, rotacionar ou sobrepor cada peça em relação a outra de modo interativo. Com o uso de mais deles, novas possibilidades surgiriam. Criamos ainda dois pontos "abertos" para gerar mais riqueza de possibilidades ao construirmos individualmente o objeto: a forma (e cor) de cada peça e o modo de articulação.
A conformação final de nosso grupo foi: eu (Henrique Sales), Hélio, Henrique Almeida, Isabelle Devilla, Marco, Milena e Samuel. Escolhemos primeiramente 3 possíveis áreas para intervenção: O corredor em frente a sala 301 A área exterior ao DA (não o pátio interno) E o espaço residual próximo ao hall dos elevadores Por fim, optamos pelo corredor do terceiro andar. Como nossas aulas de História da Arquitetura acontecem na sala 301, naturalmente esse espaço nos chamou atenção para uma intervenção: achamos o ambiente hostil à permanência, ao mesmo tempo em que a entendemos minimamente necessária. Sabíamos que enfrentaríamos alguns possíveis desafios, como o tombamento daquela área do prédio, a falta de espaço e o caráter de trânsito (é um corredor).
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