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Postagens

Objeto Paramétrico (em grupo)

     Em nossa proposta de não-objeto paramétrico, visamos a projetar poliedros articulados de modo que o usuário pudesse mover, rotacionar ou sobrepor cada peça em relação a outra de modo interativo. Com o uso de mais deles, novas possibilidades surgiriam. Criamos ainda dois pontos "abertos" para gerar mais riqueza de possibilidades ao construirmos individualmente o objeto: a forma (e cor) de cada peça e o modo de articulação.

Sintegração sobre conceitos Hertzberger

      Em um primeiro momento, eu achei o livro "Lições de Arquitetura" muito chato. Mas, ao começar a ler com maior atenção e cuidado, percebi que Hertzberger conseguiu sintetizar muito bem quais pontos devem ser problematizados para entender e projetar espaços arquitetônicos eficientes, ou seja, que atentam ao seu propósito: preferencialmente, o de servir para o aumento da qualidade de vida das pessoas através de interações melhores. Particularmente, não me interessei tanto pelos exemplos trazidos no livro; mas, através deles e da teoria geral, me senti instigado a enxergar esses conceitos em meus lugares de vivência e na imaginação de novos espaços.     O primeiro ponto a ser discutido é a relação entre o que é público e o que é privado. Esses são termos relativos, porque há diferentes graduações de demarcação que variam de acordo com as comparações. Pensei na minha casa, que divido com outros dois amigos: a rua é totalmente pública em relação ao apartamento, ...

Stop Motions Não-Objetos Mágicos

     Em nosso stop motion, procuramos, a partir dos recursos de edição, apresentar um não-objeto que reagisse de forma clara e divertida ao contato com os usuários. Desse modo, promoveria a interação (não-mágica, pois é possível de ser feita na realidade) entre o usuário e o não-objeto e ainda, quem sabe, entre vários usuários tendo o não-objeto como interface. https://youtu.be/G2cwBIErfj0

Revisão do Storyboard para Stop Motion Não-Objetos Mágicos

     Após uma primeira discussão em sala de aula acerca do planejamento do stop motion através dos storyboards, meu grupo concluiu que faltava à nossa proposta maior interatividade dos usuários com o não-objeto. Então propomos que ele interagisse de diversas formas, beirando ao aleatório, a partir da provocação dos usuários.      Então, depois de uma nova discussão, entendemos que não ficou claro quais seriam os comandos específicos que gerariam tais movimentos, uma vez que, se fosse aleatório todo movimento, o não-objeto seria antes mágico que interativo. Resolvemos filmar o stop motion retratando isso durante o processo (sem seguir as ideias iniciais do planejamento). O resultado foi positivo, no entanto, foi necessário desenhar um novo storyboard para que os responsáveis pela edição (que não participaram da filmagem / fotografias) entendessem qual foi nossa intenção.

Storyboard 1 para Stop Motion Não-Objetos Mágicos

  Essa foi a primeira versão do nosso storyboard para o stopmotion.

Relatos e Inhotim

 Desenhos da exposição selecionada (Cláudia Andujar): Impressões      A primeira impressão que tive ao chegar ao prédio de exposição das obras da Cláudia Andujar ("A luta Yanomami") é a da conexão dessa estrutura com o meio que a envolve. O uso de tijolinhos cria articulação com a mata ao redor, convidando os visitantes a entrarem. A irregularidade de tijolos que se projetam para fora cria interesse. A entrada se dá por um longo corredor, esse movimento indireto gera um ambiente de transição que, mais que servir de ponte entre espaços diferentes, nos aprofunda na sensação de naturalidade já transmitida antes de começar a adentrar. Além disso, o modo como o formato da construção se expande e cria nichos, como o pátio conectado ao corredor inicial, incentiva a exploração, não só visual, dos visitantes.     Dentro da galeria, a branquitude das paredes, a falta de iluminação natural, as formas retas e os espaços vazios quebram a conexão com a exterioridade. Fel...

MHNJB: Exposição Arqueologia e Presépio do Pipiripau

Quanto ao Museu de Arqueologia     São indissociáveis a visita ao museu de arqueologia e a discussão feita momentos antes a respeito dos objetos e dos não-objetos, já que esse último episódio me fez refletir bastante sobre o que os objetos são para nós. Assim, pensando que, enquanto sujeitos, influenciamos e somos influenciados pelos objetos, imagino o valor cultural presente em cada um daqueles artefatos históricos. Ao conhecer aqueles resquícios de uma civilização passada, entramos em diálogo com a memória cultural dos povos que os usaram. E, se essa possibilidade de contato com antepassados  é sensibilizante, também podemos dizer que é assustador pensar na objetificação do cotidiano e da intimidade dessas pessoas (o que inclui restos humanos). Surge então um sentimento de inquietação a respeito do tempo, da memória e da cultura. Quanto ao Presépio do Pipiripau É divertido ver toda aquela maquinaria e riqueza de detalhes. O presépio é um espetáculo  que nos encanta...

Desenho de observação no MHNJB

 Desenho do prédio do auditório:

Crítica estruturada ao Storyboard e ao Stop Motion de outro grupo

 A crítica se dirige ao trabalho realizado pela Isabelle Q., pela Milena e pela Clara. Primeiramente, o stopmotion está condizente com o storyboard, aliás, o storyboard está muito bem detalhado e compreensível. Além disso, a seleção de imagens foi muito bem feita, porque têm relação entre si. No início do vídeo, noto que a introdução trouxe uma ótima sensação, devido à transição do escuro para a imagem em si. Todas as transições foram bem feitas, exceto a penúltima (o efeito usado constratou com os outros), mas não houve grande perda de qualidade. Quanto à sonoplastia, foi devidamente usada: não teve excesso e nem falta, foi extremamente precisa. Um bom trabalho.

Storyboard para Stop Motion (em trio)

 Realizei essa atividade em conjunto com o Davi Nunes e o Deivid Sales.

Comentários de crítica estruturada dos GIFs de colegas

     a) para Isabelle Queiroz Devilla :     Foi genial a escolha das imagens, porque são semelhantes em abstração e sombreamento/profundidade. Com o uso de opacidade e de filtros coloridos (em contraste com o preto e branco original) para a transição, o GIF ficou extremamente harmônico. Noto apenas que há uma quebra de expectativa com a ordem estabelecida ao se utilizar nas últimas imagens um filtro diferente, de luzes brancas. De modo geral, gostei muito.     b) para   Enzo Batista Prates :     O seu trabalho me chamou muita atenção por 3 motivos: Primeiramente, o uso de formas geométricas simples em sequência e em preto e branco; Depois, pelo contraste gerado entre a camada em preto e branco e a camada com cores bem vívidas e variáveis; Por fim, há outro contraste: entre o movimento do triângulo central e a inércia ao fundo.     Desse modo, ao olharmos para o GIF, fazemos uma leitura do centro para as bordas, sempre comparand...

Desenho (aula Mateus Rosada)

 Aqui, desenhei uma visão de dentro do Parque Municipal, próximo ao Coreto:

Storyboard

 

Finalística, Causalística e Programática

      Escrevo aqui meus entendimentos de "finalística, causalística e programática" com base no aprendido em sala de aula a partir do texto "Nosso Programa" de Vilém Flusser.     O ser humano é um ser racional, sendo assim, observa o mundo sensível e interpreta possíveis explicações para os fenômenos captados. No entanto, não há uma única maneira de compreender o funcionamento da realidade. Flusser, em seu texto, destaca três: a visão finalística, a causalística e a programática.     Para a finalística, a pergunta que importa é "para quê?", porque essa corrente entende que a regra da existência é a busca de um ideal, um fim. Por exemplo, na ideia "o sentido da vida humana é o aperfeiçoamento de seu espírito", há uma finalidade, "aperfeiçoamento do espírito", para uma determinada ação/coisa, "a vida humana". Existe um motivo e uma meta.     Por outro lado, o embasamento da lógica causalística é o de causa e consequência. Segund...

GIF Animado Individual

 

Filosofia da Caixa Preta: reflexões

     Escrevo aqui os pensamentos que a leitura do livro "Filosofia da Caixa Preta", de Vilém Flusser, me provocou.     O autor propõe um debate visionário e necessário sobre o comportamento humano e o uso de aparelhos. Flusser foi muito certeiro ao escolher a fotografia, não como ponto central de sua teoria, mas como caminho para pensarmos algo maior e mais abstrato (embora não invisível). Essa decisão aponta que o autor identificou, presente no ato de fotografar, o efeito das criações recentes humanas sobre a própria humanidade.     Nesse sentido, a banalização da fotografia despertou nas pessoas a ilusão de que têm controle sobre esse processo (a caixa preta). Disso decorre o entendimento de que as imagens produzidas contêm a realidade como ela é. No entanto, os fotógrafos "funcionários" da máquina não percebem que eles são induzidos por ela a usá-la e ainda nas condições dela mesma (que, por sua vez, são programadas por uma indústria). Todo mom...

Desenhos Rápidos da Aula-dinâmica

       Os desenhos foram feitos em diferentes tempos e perspectivas para o treinamento de desenho rápido.

Crítica: Luz e Sombra

  Comentários de Crítica da Atividade de Luz e Sombra a) Autora: Gabriela Diana Meneguine     Analisando os aspectos composicionais do slide apresentado em aula, sinto um leve incômodo relacionado à disposição de imagens: a superior mantém uma distância muito pequena com a borda, enquanto também está desalinhada com a inferior. Fora isso, as fotografias estão se relacionando bem em cor, de modo agradável.     Quanto às imagens separadamente aqui postadas, quero já dizer que gostei bastante da superior (segunda aqui no blog) e a da direita (que aqui é a última). Na primeira (do slide), me encanta como há uma forma mais escura em primeiro plano que domina boa parte da fotografia, mas, no entanto, não gera destaque aos olhos por causa da claridade que a segue logo atrás. Além, claro, das curvas que, com o contraste de cores, causa uma sensação muito harmônica que me lembra de um pincel. Na outra figura, me chamou a atenção a forma homogênea contrastante n...

Imagem Síntese: P2P Photopea Parte 2

       Para isso, nós nos baseamos em uma fotografia feita pelo Kayke, imaginando-a como uma série de post-its. Em cada "post-it", inserimos outra fotografia de colegas nossos.     Imagem original: